quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Fixismo e Evolucionismo
Lamarkismo
Darwinismo
domingo, 31 de janeiro de 2010
Classificação de Whittaker
O sistema de Whittaker possui os mesmos reinos que a divisão dos seres vivos proposta por Copeland e um reino separado, onde se encontram os fungos, incluídos anteriormente por Copeland no reino protista.

Reflexão:
A classificação dos seres vivos foi evoluindo ao longo dos tempos. Desde os dois abrangentes reinos, Animalia e Plantae, de Aristóteles e Lineu, passando pelo sistema de três reinos (Plantae, Animalia e Protista) sugerido por Haeckel, sucedendo ainda a proposta de Copeland com a introdução do Reino Monera, até ao sistema de Whittaker, em cinco reinos – Monera , Protista, Fungi, Plantae e Animalia. Este último baseia-se na organização estrutural, no tipo de nutrição e também na interacção nos ecossistemas.
Nomenclatura Binominal
* A designação dos grupos superiores à espécie é uninominal, escrita com inicial maiúscula e podendo ser em latim ou na língua do utilizador;
* O nome da família obtém-se acrescentando a terminação idae à raiz do nome de um dos géneros desta família, no caso dos animais, ou acrescentando acea, no caso das plantas. Há, no entanto, excepções;
* Para designar uma subespécie, utiliza-se uma nomenclatura trinominal, seguindo-se ao nome da espécie o restritivo ou epíteto subespecífico. Por exemplo: Homo sapiens sapiens;
* Os nomes do género, espécie e subespécie são escritos em latim e normalmente em itálico. No caso dos manuscritos deverão ser sublinhados;
* À frente do nome da espécie deve escrever-se em letra de texto o nome ou a abreviatura do nome do taxonomista que, a partir de 1758, atribuiu o nome científico;
* Pode citar-se também a data da publicação do nome da espécie, sendo essa data colocada a seguir ao nome do autor, separada por uma vírgula.

Hierarquia Taxonómica

Reflexão:
Cada um destes grupos denomina-se taxon e esta idéia provém de Lineu. É uma organização hierarquica para poder ordenar e organizar as inúmeras espécies de seres vivos.
O reino é a categoria mais abrangente, sendo por isso, a mais heterogénea. Entre estes dois extremos consideram-se o género, a família, a ordem, a classe e o filo (divisão nas plantas). Ao longo da hierarquia vai aumentando o número de organismos incluídos em cada nível, mas diminuindo o grau de parentesco entre eles. Os taxonomistas sentiram necessidade de uma classificação mais rigorosa dentro de determinados níveis, criando categorias intermédias, distinguindo-as com prefixos como super, sub e infra.
Sistemas de Classificação

- Classificações práticas - Ainda hoje em dia distinguimos os animais domésticos dos animais selvagens, por exemplo. Estes sistemas são designados de sistemas de classificação práticos.
- Classificações Horizontais (classificações racionais) - Os sistemas que utilizam características morfológicas ou fisiológicas dos seres, representam sistemas de classificação racionais, propostos pela primeira vez por Aristóteles (Grécia Antiga). Podem ser:
*Classificações racionais artificiais
*Classificações racionais naturais
- Classificações Verticais (classificações racionais) - Surgiram no período pós-darwiniano as classificações verticais ou filogenéticas, que consideram o factor tempo. Os seres vivos passaram a ser classificados de acordo com a sua história evolutiva.
Sistemática dos seres vivos - Fundo genético e evolução

Neodarwinismo
Reflexão:
O desenvlvimento dos conhecimentos de genética no estudo das populações de seres vivos e as novas descobertas sobre hereditariedade permitiram reinterpretar a teoria da evolução de Darwin, sintetizando e correlacionando os diversos conhecimentos das áreas da genética, da citologia e da bioquímica.
Evolução
Este video mostra de forma sintetizada a evolução da vida, desde os seres mais primitivos até à espécie humana mas num aspecto de publicidade. (:
sábado, 30 de janeiro de 2010
Darwinismo
Lamarckismo
-LEI DO USO E DESUSO:
Fixismo VS Evolucionismo
O meu comentário:Até meados do século XX, a diversidade do mundo vivo era explicada, fundamentalmente, como resultado de um acto de criação divino, mantendo-se as diferentes espécies inalteradas ao longo do tempo desde o momento da sua criação. Dé acordo com esta perspectiva criacionista, as espécies são fixas e imutáveis e, como tal, não sofrem alterações. Esta explicação, conhecida como fixismo, considera a Natureza como um sistema ordenado e estável, onde cada forma viva, criada para um determinado fim, está perfeitamente adaptada.Se bem que as raízes do evolucionismo mergulhem nas ideias de vários autores dos séculos XVII e XVIII, que defendiam a transformação das espécies, foi no século XIX que as ideias transformistas ganharam força, acabando por impor o evolucionismo como paradigma da origem e diversidade das espécies.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Modelo Autogénico VS Modelo endossimbiótico
Limitações:
- *Não explica claramente a origem do núcleo da célula eucariótica;
- *Não esclarece, como é que o DNA nuclear comanda o funcionamento do cloroplasto e da mitocôndria.
Ciclo de vida de um ser Diplonte - a Homem
- a meiose ocorre durante a formação dos gâmetas que, quando se unem (através da fecundação), dão origem a um zigoto diplóide;
- o zigoto divide-se mitoticamente originando um indivíduo pluricelular diplonte.
Ciclo de vida de um ser Haplodiplonte - O polipódio

Ciclo de vida de um ser Haplonte - a Espirogira

Meiose - Vídeo e definição
Meiose é o nome dado ao processo de divisão celular através do qual uma célula vê o seu número de cromossomas reduzido para metade. Por este processo são formados gametas e esporos.
Por: Ana de Castro
