segunda-feira, 7 de junho de 2010

Reflexão final do e-portfólio

No inicio do ano a professora de Biologia & Geologia propos-nos realizar um e-portfólio, onde nós deviamos colocar as nossas reflexões da matéria e das actividades laboratoriais; noticias sobre a matéria, etc.
Então foi isso que nós fizemos ao longo do ano lectivo, fizemos as pesquisas e as respectivas reflexões, e com o e-portfólio podemos dar a conhecer aos colegas o trabalho que vinhamos a desenvolver ao longo do ano. Isto do e-portfólio foi uma ideia diferente e engraçada, pois com isto aprendemos muito pois tinhamos de fazer as reflexões das noticias. O que nós achamos desta ideia á que foi inovadora e interessante.

Elaborado por:
  • Ana Ferreira; nº7
  • Diana Carneiro; nº12

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Noticia

Reflexão:
Segundo com quem analisou o acidente, o pilar que cedeu inicialmente estava rodeado de pouca areia,com isso ja estavam a espera que a ponte rui-se a muito mais tempo.
Como já nao é de esperar em Portugal fazem-se pontes sem saber se o local é seguro.
Alguns dos peritos duvidam que tenha sido só a erosão das cheias daquele ano que tenham provocado a queda do pilar.


Elaborado por:
Ana Ferreira; nº7
Diana Carneiro; nº12

Vulcão da Islandia afecta saúde publica e traz perigos geológicos

Reflexão:

Na nossa opinião uma erupção vulcanica é bonita de se ver só que pode ser uma catástrofe natural mais destruidora.
Esta erupção nao esta só a afectar o seu país, esta tambem a afectar outros paises da Europa, devido aos gases libertado pelo mesmo.
Por outro lado as cinzas estao a percorrer a Europa e a por em risco a saúde pública principalmente nas regiões mais próximas.
Os fumos dos vulcões percorrem o planeta num pequeno espaço de tempo, mas nao tendo memoria de uma situação como esta. Para que esta situação acalme tem de vir vento para que remova as particulas que se encontram em suspensao na atmosfera.
Elaborado por:

Ana Ferreira; nº7

Diana Carneiro nº12

Segundo maior campo solar do mundo fica pronto ainda este ano

27/08/2009

A fazenda irá produzir 53 MW de energia limpa, o suficiente para abastecer 15 mil casas.

O segundo maior campo solar do Planeta e o maior Alemanha estará pronto no final deste ano, afirmaram os responsáveis pelo projecto. O Lieberose, localizado Brandemburgo, na Alemanha, terá uma capacidade de produção de 53 MW distribuída em 162 hectares, o equivalente a 210 campos de futebol, e com 700 mil módulos de película fina. Iniciativa da First Solar Inc. e da Juwi Holding, o campo recebeu um investimento de €160 milhões.

O projecto está sob responsabilidade da Juwi Solar GmbH, que também é responsável pelo planejamento, logística, supervisão da construção e entrega da fazenda solar, que deverá ser vendida a um investidor após pronta. Especializada em desenvolver energias alternativas como a solar, eólica, hídrica, biológica e geotérmica, a empresa implantou mais de 300 turbinas eólicas e 800 painéis fotovoltaicos desde dezembro de 2008 até hoje, gerando mais de 670 MW de energia limpa.
Já a First Solar é responsável pelos painéis solares que serão utilizados no campo, além de ter contribuído com os investimentos. A empresa, maior do mundo no ramo de produção de películas finas, pretende atingir uma capacidade de produção de 1 GW de energia renovável até o final de 2009.


Fonte: http://blog.eco4planet.com/2009/08/segundo-maior-campo-solar-do-mundo-ficara-pronto-ainda-este-ano/

Reflexão:
Energia solar é aquela proveniente do Sol (energia térmica e luminosa). Esta energia é captada por painéis solares, formados por células fotovoltáicas, e transformada em energia eléctrica ou mecânica. A energia solar também é utilizada, principalmente em residências, para o aquecimento da água.
A energia solar é considerada uma fonte de energia limpa e renovável, pois não polui o meio ambiente e não acaba.
A energia solar ainda é pouco utilizada no mundo, pois o custo de fabricação e instalação dos painéis solares ainda é muito elevado. Outro problema é a dificuldade de armazenamento da energia solar.
Os países que mais produzem energia solar são Japão, Estados Unidos e Alemanha.

Elaborado por:
Ana Castro
Vanessa Costa

CIARE - Tudo à sua volta é energia. Seja eficiente!

A energia está presente na Natureza sob diferentes formas mas antes de ser utilizada tem que ser transformada. Actualmente, é utilizada de tal forma que nem se dá valor à sua importância. A energia está na base de um elevado número de actividades humanas e é um factor essencial para o desenvolvimento e melhoria da qualidade de vida.

Utilização Racional de Energia

A utilização Racional de Energia (URE), termo associado à eficiência energética, engloba um conjunto de acções e comportamentos que visam utilizar a energia de forma eficiente traduzindo-se na:
  • Redução do consumo de energia mensal;
  • Promoção de energias alternativas;
  • Redução da dependência energética de Portugal.

Ao utilizar melhor a energia está a proteger o ambiente.

Sabia que ....

O Dia Mundial da Energia se comemora a 29 de Maio?
Cerca de 60% da energia usada no aquecimento durante o Inverno, perde-se devido ao fraco isolamento das casas?
Pode poupar até 75% de energia optando por lâmpadas economizadores?
A iluminação numa casa é responsável por 10 a 15% do consumo total de electricidade?
Cerca de 85% da energia consumida em Portugal é importada, sob a forma de combustíveis fósseis?
Portugal é um dos países europeus com maior potencial energético ao nível das energias renováveis?


Boas práticas para uma utilização mais eficiente da energia:

  • Evitar as luzes e os equipamentos ligados , quando não são necessários;
  • Desligar sempre os aparelhos eléctricos no interruptor e não apenas no comando pois, no modo stand-by os aparelhos continuam a consumir energia;
  • Evitar abrir desnecessariamente a porta do frigorífico, quando necessário fazê-lo o mais rápido possível;
  • Substituir as lâmpadas incandescentes por lâmpadas economizadoras;
  • Calafetar as portas e as janelas, e isolar paredes, tectos e pavimentos das habitações;
  • Antes de comprar um equipamento, verificar a etiqueta energética e optar por aquele que apresenta menor consumo de energia;
  • Aproveitar a radiação solar do Inverno para aquecer a casa, através das janelas, e no verão evitar os ganhos solares excessivos;
  • Utilizar as máquinas de lavar, sempre que possível, com a carga completa e num programa de baixa temperatura.

Fonte: www.ciare.pt

Projecto integrado no PPEC com apoio da Erse (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos)

ESTÁ NAS NOSSAS MAÕS SALVAR A TERRA!

Formação do aquífero Guarani

Dureza da Água

A Dureza da água é a propriedade relacionada com a presença de sais de Cálcio e Magnésio. É a determinação da concentração em mg/L dos catiões Cálcio (Ca2+) e Magnésio( Mg2+) que caracteriza a dureza de uma água.

Água muito Macia —->0 a 70 mg/L`
Água Macia —-> 70 a 135 mg/L
Água de Dureza média —->135 a 200 mg/L
Água Dura —->200 a 350 mg/L
Água muito Dura —-> mais de 350 mg/L


A classificação em território nacional pode-se ver no seguinte mapa:

Contaminação de aquíferos

Aquíferos mediterrânicos contaminados

A extracção de água dos aquíferos em quantidade superior à capacidade de estes se realimentarem está a provocar em toda a bacia mediterrânica o fenómeno da intrusão salina. Um dos casos mais graves é o do sul de Espanha, onde 60% dos aquíferos situados junto à costa estão já contaminados.

De acordo com um dos autores da pesquisa, a água doce que é contaminada por 5% de água do mar fica logo imprópria para uso humano e também para a agricultura. José Benavente Herrera, da Universidade de Granada, refere que cada aquífero deve ser estudado para se lhe aplicar uma solução, a qual pode passar, primeiro, por suspender as extracções e até pela injecção de mais água.

Fonte: http://jn.sapo.pt/paginainicial/interior.aspx?content_id=707029

Reflexão:

Normalmente os aquíferos estão a grandes profundidades, ultrapassando mesmo os 500 metros, o que diminui bastante o risco de contaminação pois os contaminantes são filtrados antes de atingir o lençol freático, mesmo assim produtos organoclorados como o CFC (agente laranja) e 2-4-d usado para secar plantações e outros metais pesados que podem atingir estas reservas.O maior risco são nas áreas de recarga dos aquíferos, pois a proximidade da superfície aumenta o risco, assim qualquer substância tóxica pode ser um problema desde lixo doméstico, águas de esgotos, etc.

Reservatórios de água subterrâneas - aquíferos

A água é o recurso mais utilizado no planeta. Quando a água doce, potável, não se encontra acessível à superfície, surge a necessidade de explorar os reservatórios subterrâneos – aquíferos.

A qualidade de um bom aquífero é definida por duas propriedades essenciais:

Porosidade – quantidade relativa do volume da rocha permeável, ou dos sedimentos, que é ocupada por poros;



Permeabilidade – facilidade com que uma rocha permeável se deixa atravessar por um fluido. A permeabilidade não decorre apenas da porosidade, mas, também do modo como se encontram organizados os poros da rocha.


Um bom aquífero possui elevada porosidade e elevada permeabilidade.

Num aquífero é possível considerar, num alinhamento vertical, duas zonas constituintes fundamentais:

Zona de aeração –equivale à região superior do aquífero. Aí, os poros das rochas estão ocupados, não apenas por água, mas também por ar. Esta zona está localizada entre a superfície e o nível freático da água;

Zona de saturação –corresponde à região onde as rochas, ou os sedimentos, possuem todos os seus poros preenchidos por água. Superiormente, é limitada pela zona de aeração, no seu nível inferior, é limitada por material geológico impermeável. A sua área superficial define o nível hidrostático.

Também é importante referir:

Nível hidroestático ou freático –é a profundidade a partir da qual aparece a água. Corresponde ao nível atingido pela água nos poços. Este nível é variável de região para região, e, na mesma região, varia ao longo do ano.



É através da zona de aeração que a água, por acção gravítica, se infiltra através dos poros das rochas ou se evapora a partir da sua parte mais superficial. Em situações de precipitação elevada, a quantidade de água infiltrada é superior à da água evaporada, o que determina uma maior acumulação de água na zona saturada, com consequente subida do nível hidrostático. Pelo contrário, em situações de seca, em que a quantidade de água evaporada é superior à infiltrada, ou em situações de sobreexploração do aquífero, a zona saturada diminui e o nível hidrostático desce.

Atendendo às características e localização dos aquíferos, é possível classificá-los como:

Aquífero cativo –limitado, no topo e na base, por material geológico impermeável. Quando cheio, a pressão da água é superior à pressão atmosférica;

Aquífero livre – aquífero limitado, no seu nível inferior por uma formação geológica impermeável, mas cujo topo é contíguo a uma formação permeável. A pressão superficial da água é equivalente à pressão atmosférica.



Quais as principais problemáticas associadas à exploração de aquíferos?
Os aquíferos encontram-se sujeitos a diversos tipos de poluição que, ao contaminar as suas águas, condiciona ou inviabiliza a sua utilização. Entre outras formas de poluição, destaca-se aquela resultante da lixiviação dos campos agrícolas, da actividade humana urbana, da actividade industrial e a poluição biológica (microbiana).

Outra problemática, igualmente acentuada, é a sobreexploração dos aquíferos. No litoral, a diminuição excessiva do nível freático da água leva á infiltração de água salgada nos aquíferos.

A qualidade dos aquíferos varia, igualmente, com factores intrínsecos ao sistema subterrâneo. O tipo de rochas que o envolve, o grau de alteração das mesmas, a localização das zonas de recarga e o gradiente geotérmico influenciam a composição mineralógica das águas subterrâneas.



Elaborado por:
Ana Castro
Vanessa Costa

Água subterrânea Algarvia está mal aproveitada, diz perito.

A água existente no subsolo algarvio está mal aproveitada e devia integrar os sistemas públicos de abastecimento, com base numa gestão integrada das origens superficiais e subterrâneas, defendeu hoje um especialista em hidrogeologia.
Luís Ribeiro, professor do Instituto Superior Técnico, sublinhou que existe água subterrânea em abundância no Algarve e lembrou a importância do aquífero de Querença-Silves para o abastecimento da região durante a seca de 2005, sublinhando que os receios de salinização foram exagerados.
«Este aquífero tem grandes disponibilidades hídricas. Nessa altura, respondeu muito bem às necessidades e mostrou que os riscos de salinização eram muito menores do que se esperava», afirmou Luís Ribeiro que participa sexta-feira num debate sobre «Água Subterrânea no Algarve» no Instituto Superior Técnico (Lisboa).
A extracção de água não foi problemática «porque choveu e houve um aumento de recarga significativo». O engenheiro defende que os sistemas de aquíferos (águas subterrâneas) devem ser integrados no abastecimento público, para evitar que a gestão de água se baseie exclusivamente nas albufeiras.
«As albufeiras não deram resposta durante a seca. Foi uma lição importante para se perceber que era necessário mudar esta política porque não podemos estar só dependentes das origens superficiais».
Além disso, a água dos aquíferos - acrescentou - apresenta muitas vezes melhor qualidade do que a das albufeiras, apesar de existirem algumas zonas com problemas de contaminação por cloretos (salinização) e nitratos (devido ao uso de fertilizantes agrícolas).
É o caso dos sistemas de Campina de Faro e Luz de Tavira e de alguns aquíferos mais próximos das zonas costeiras.
O importante, sublinhou o especialista, é assegurar que se faz uma gestão correcta das captações. Estas não devem estar todas concentradas no mesmo local, para não causar um rebaixamento excessivo dos níveis freáticos (lençóis de água). «Querença-Silves tem cerca de 300 quilómetros quadrados de extensão. É possível fazer uma exploração racionalmente distribuída».
O importante é «nunca extrair mais do que entra. Nalgumas zonas, a precipitação permite recargas de 40 a 50% que alimentam os aquíferos».


Fonte: Diário Digital


Reflexão:

As águas subterrâneas constituem o maior reservatório de água doce do planeta Terra. Formam-se, essencialmente, a partir da infiltração da água da chuva e, uma vez no subsolo, podem formar toalhas ou lençóis de água quase imóveis, que alimentam as fontes e os poços, ou então circular por entre as fissuras das rochas. As zonas onde a circulação de água subterrânea é mais importante que os cursos de água de superfície apresentam, em geral, uma morfologia característica denominada cársica. Existem, no entanto, águas subterrâneas que têm uma origem diferente da infiltração. São as águas juvenis que provêm do interior da crusta, tal como certas águas termais, e aquelas que são retidas nas rochas (água higroscópica e água de retenção).

Recursos Minerais

Incluem numerosos materiais utilizados pelo Homem e que foram concentrados, muito lentamente, por uma variedade de processos geológicos. Os recursos minerais podem classificar-se em metálicos e não metálicos.




Metálicos

Os elementos químicos, como ferro, cobre, prata ou ouro, encontram-se distribuídos na crosta terrestre, fazendo parte da constituição de vários materiais em associações diversas com outros elementos.
O clarke representa a abundância média de um determinado elemento químico na crusta terrestre (em partes por milhão – p.p.m. ou g/t). Se a quantidade, num determinado local, for algumas vezes superior ao clarke, pode-se tratar de um jazido mineral. O mineral que é aproveitado designa-se minério. O mineral que é rejeitado designa-se ganga. Essa ganga traz, muitas vezes, problemas ambientais, pois é depositada em escombreiras (montes de ganga). Estes resíduos, por vezes, são arrastados pela chuva e pelo vento e contaminam os solos e as águas subterrâneas.



Não Metálicos

Correspondem sobretudo a rochas e a sedimentos, como as areias e as argilas. Relativamente aos sedimentos, a areia é usada na construção civil e na produção de betão. A argila é muito utilizada na cerâmica, produção de cimento, etc.
A utilização destes recursos é fundamental na construção civil. Em Portugal, a utilização das rochas tendeu a centrar-se nos recursos disponíveis em cada região.



Elaborado por:
Ana Castro
Vanessa Costa

Energias Renováveis

Energia Hídrica

É a forma de energia renovável mais utilizada no Mundo, fornecendo 20% da energia gasta mundialmente.

Vantagens: a produção de electricidade é contínua; as barragens podem permitir regularizar os cursos de água; a energia produzida pode ser armazenada;…

Desvantagens: a construção de barragens obriga à inundação de grandes áreas, potencialmente ricas em fauna e flora, e obriga à deslocação de populações; pode existir risco de ruptura; a barragem perturba a vida dos peixes e das plantas aquáticas e terrestres envolventes.



Elaborado por:
Ana Castro
Vanessa Costa

Energia Eólica

A energia eólica, desde longa data, tem sido aproveitada através de moinhos de vento para moer cereais ou para bombear água e principalmente na navegação marítima dos veleiros. Actualmente, com o avanço da tecnologia, surgiram os denominados aeromotores ou turbinas eólicas que transformam a energia eólica em energia eléctrica. Os parques eólicos são constituídos geralmente por 10 a 30 unidades de turbinas eólicas, estando localizados em zonas abertas com uma média anual da velocidade do vento elevada.


Vantagens: pequena ocupação do solo; as pás podem ser instaladas junto de caminhos de fácil acesso;…

Desvantagens: o vento só é explorável a 20%, em média; é difícil integrar um aerogerador na paisagem; …



Elaborado por:
Ana Castro
Vanessa Costa

Energia Geotérmica


A energia geotérmica está directamente relacionada com o gradiente geotérmico do planeta e resulta da corrente contínua de calor proveniente do interior da Terra até à superfície, em locais de instabilidade tectónica. O aproveitamento desta energia implica a existência de um fluido capaz de efectuar as trocas de calor. A geotermia pode ser de baixa ou alta entalpia, sendo esta última (temperatura > 150 ºC) utilizada nas centrais geotérmicas.

Vantagens: energia renovável; não poluente; …

Desvantagens: só pode ser aproveitada em locais onde existam condições geotermais ideais.




Elaborado por:
Ana Castro
Vanessa Costa

Energia Nuclear

[Não Renovável]

A produção de energia nuclear baseia-se na fissão controlada do elemento urânio em reactores nucleares.
Esta reacção liberta grandes quantidades de energia sob a forma de calor: esse calor é utilizado na vaporização da água que, por sua vez, é usada para a produção de energia eléctrica.

Vantagens: grande potencial energético;

Desvantagens: elevado custo de construção e manutenção das centrais nucleares; o perigo da explosão ou derrame nuclear está associado a consequências catastróficas; produção de resíduos radioactivos perigosos difíceis de eliminar.



Recursos Energéticos

A exploração dos recursos geológicos é imprescindível na manutenção da qualidade de vida humana. Contudo, deve garantir-se uma exploração sustentada desses recursos, para que as gerações futuras possam usufruir, igualmente, dos mesmos. Nesta perspectiva, é necessário conhecer as reservas existentes, para os diversos recursos. A exploração das reservas de recursos não renováveis é problemática, sendo que a sua exploração não sustentada acelera o seu esgotamento.


Recursos renováveis e recursos não renováveis

Um aspecto importante a ter em conta quando se fala em recursos geológico é que são, geralmente, recursos não renováveis. Este tipo de recursos têm um processo de formação muito lento e, face às taxas diversas de consumo, rapidamente se esgotam, não sendo possível a sua renovação à escala da vida humana. Outros recursos geológicos, como, por exemplo, a água, podem ser repostos à medida que são consumidos, sendo, por isso, considerados recursos renováveis.


Recursos não renováveis

Combustíveis fósseis
Os combustíveis fósseis resultam de transformações da matéria orgânica, e podem ocorre na crusta terrestre sob três forma: petróleo bruto (líquido), carvão (sólido) e gás natural (gasoso). São a fonte energética mais comummente utilizada pelo Homem.

Vantagens: a matéria-prima pode ser utilizada em diversas aplicações, o que torna a sua exploração mais rentável; potencial energético relativamente elevado.

Desvantagens: à taxa de exploração actual, correspondem a recursos não renováveis; a sua utilização acarreta consequências ambientais:

- chuva ácida: os gases como dióxido de enxofre, resultantes da combustão destes materiais, interagem com a água atmosférica formando ácidos; estes ácidos promovem a destruição da vegetação, a acidificação dos solos e dos aquíferos, etc.

- efeito de estufa: o dióxido de carbono e outros gases (gases com efeito de estufa), libertados na utilização destes combustíveis, promovem o efeito de estufa. Decorrente do aumento do efeito de estufa surge o aquecimento global, com impactes negativos na Biosfera e na Geosfera.




Elaborado por:
Ana Castro
Vanessa Costa

Recursos Geológicos

Áustria converte central nuclear em central para produção de energia solar

Data:11.11.2008
Jornal: PÚBLICO


A única central nuclear austríaca, em Zwentendorf, a 50 quilómetros de Viena, nunca chegou a funcionar e está abandonada há 30 anos, desde que o povo austríaco rejeitou o nuclear no referendo de 5 de Novembro de 1978. Agora prepara-se para ser convertida em unidade para produção de energia solar.
A central de Zwentendorf foi construída de 1970 a 1978, com um custo de 380 milhões de euros, e era para ser a primeira de seis centrais nucleares na Áustria. Em 1999, o destino da central de afastou-se definitivamente do nuclear, quando os austríacos inscreveram a renúncia à energia nuclear na sua Constituição, salienta hoje um artigo publicado no “Le Monde”.
A central, cuja licença para produção de energia continua válida, foi comprada em 2005 pelo EVN. Dentro de meses, serão instalados painéis solares na fachada de betão da central, no seu telhado e em parte dos 14 hectares de terrenos adjacentes.
No entanto, a produção de energia solar será modesta: com um máximo de três megawatts, a central fornecerá energia para mil habitações.A longo prazo, a EVN pretende instalar naquele local uma central a biomassa.
A Áustria tem de reduzir as suas emissões de gases com efeito de estufa em 13 por cento em relação a 1990 até 2012, no âmbito do Protocolo de Quioto.

Rochas Metamórficas e algumas curiosidades

O Mármore

O Mármore é uma rocha metamórfica originada de calcário exposto a altas temperaturas e pressão. Por este motivo as maiores jazidas de mármore são encontradas em regiões de rocha matriz calcária e atividade vulcânica. O mármore é uma rocha explorada para uso em construção civil.


O mármore branco feito de carbonato de cálcio puro foi utilizado na construção do Taj Mahal, no Norte da Índia. O monumento está decorado com desenhos lindos, feitos com lascas coloridas de mármore e pedras preciosas embutidas no branco.