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quinta-feira, 3 de junho de 2010

Segundo maior campo solar do mundo fica pronto ainda este ano

27/08/2009

A fazenda irá produzir 53 MW de energia limpa, o suficiente para abastecer 15 mil casas.

O segundo maior campo solar do Planeta e o maior Alemanha estará pronto no final deste ano, afirmaram os responsáveis pelo projecto. O Lieberose, localizado Brandemburgo, na Alemanha, terá uma capacidade de produção de 53 MW distribuída em 162 hectares, o equivalente a 210 campos de futebol, e com 700 mil módulos de película fina. Iniciativa da First Solar Inc. e da Juwi Holding, o campo recebeu um investimento de €160 milhões.

O projecto está sob responsabilidade da Juwi Solar GmbH, que também é responsável pelo planejamento, logística, supervisão da construção e entrega da fazenda solar, que deverá ser vendida a um investidor após pronta. Especializada em desenvolver energias alternativas como a solar, eólica, hídrica, biológica e geotérmica, a empresa implantou mais de 300 turbinas eólicas e 800 painéis fotovoltaicos desde dezembro de 2008 até hoje, gerando mais de 670 MW de energia limpa.
Já a First Solar é responsável pelos painéis solares que serão utilizados no campo, além de ter contribuído com os investimentos. A empresa, maior do mundo no ramo de produção de películas finas, pretende atingir uma capacidade de produção de 1 GW de energia renovável até o final de 2009.


Fonte: http://blog.eco4planet.com/2009/08/segundo-maior-campo-solar-do-mundo-ficara-pronto-ainda-este-ano/

Reflexão:
Energia solar é aquela proveniente do Sol (energia térmica e luminosa). Esta energia é captada por painéis solares, formados por células fotovoltáicas, e transformada em energia eléctrica ou mecânica. A energia solar também é utilizada, principalmente em residências, para o aquecimento da água.
A energia solar é considerada uma fonte de energia limpa e renovável, pois não polui o meio ambiente e não acaba.
A energia solar ainda é pouco utilizada no mundo, pois o custo de fabricação e instalação dos painéis solares ainda é muito elevado. Outro problema é a dificuldade de armazenamento da energia solar.
Os países que mais produzem energia solar são Japão, Estados Unidos e Alemanha.

Elaborado por:
Ana Castro
Vanessa Costa

Recursos Geológicos

Áustria converte central nuclear em central para produção de energia solar

Data:11.11.2008
Jornal: PÚBLICO


A única central nuclear austríaca, em Zwentendorf, a 50 quilómetros de Viena, nunca chegou a funcionar e está abandonada há 30 anos, desde que o povo austríaco rejeitou o nuclear no referendo de 5 de Novembro de 1978. Agora prepara-se para ser convertida em unidade para produção de energia solar.
A central de Zwentendorf foi construída de 1970 a 1978, com um custo de 380 milhões de euros, e era para ser a primeira de seis centrais nucleares na Áustria. Em 1999, o destino da central de afastou-se definitivamente do nuclear, quando os austríacos inscreveram a renúncia à energia nuclear na sua Constituição, salienta hoje um artigo publicado no “Le Monde”.
A central, cuja licença para produção de energia continua válida, foi comprada em 2005 pelo EVN. Dentro de meses, serão instalados painéis solares na fachada de betão da central, no seu telhado e em parte dos 14 hectares de terrenos adjacentes.
No entanto, a produção de energia solar será modesta: com um máximo de três megawatts, a central fornecerá energia para mil habitações.A longo prazo, a EVN pretende instalar naquele local uma central a biomassa.
A Áustria tem de reduzir as suas emissões de gases com efeito de estufa em 13 por cento em relação a 1990 até 2012, no âmbito do Protocolo de Quioto.

Ainda a Falha de Santo André ...

Investigadores norte-americanos deram um passo em direcção à previsão de sismos. Um artigo publicado hoje na revista científica "Nature" conseguiu relacionar alterações nas rochas que se deram antes da ocorrência de dois sismos de baixa magnitude, na Califórnia.


A famosa falha de Santo André, perto da cidade de São Francisco, nos Estados Unidos, foi o laboratório para as experiências. O grupo de cientistas utilizou o Observatório da Falha de Santo André em Profundidade (SAFOD), instalado na pequena cidade de Parkfield, para obter informações sobre a alteração das rochas nessa zona.O objectivo foi obter dados que ajudassem na previsão dos sismos. “Se tivermos dez horas de aviso, do ponto de vista prático podemos deslocar populações, tirar as pessoas de edifícios e pôr os bombeiros em alerta”, explica Paul Silver, co-autor do artigo e investigador no Carnegie Institution for Science, em Washington, citado pela BBC Online.A prova da importância de descobrir um método capaz de prever os sismos é o sistema que todos os anos alerta as pessoas que estão na rota dos furacões.

A velocidade das ondas sísmicas varia com a tensão a que as rochas estão a ser submetidas, devido à existência de fendas que se vão abrindo e fechando nas rochas. “O que estamos à procura é de alterações na velocidade que correspondem a alterações de tensão”, explica Paul Silver. “Existe uma hipótese que diz que as alterações de tensão precedem os eventos sísmicos. Há muito tempo que está a tentar provar-se isso. A tecnologia já melhorou, pelo que podemos medir estas mudanças de forma mais rigorosa.”


http://www.publico.pt/Ci%C3%AAncias/investigadores-identificaram-alteracoes-nas-rochas-que-precedem-os-sismos_1335065

Reflexão:

Tectónica de Placas:
- Fronteiras de Placas do tipo Transformante


O contacto entre duas placas pode efectuar-se sem que haja entre elas movimentos de convergência ou de divergência, deslizando apenas horizontalmente uma pela outra. Diz-se então que existe uma fronteira de placas transformante, sendo o contacto efectuado através de uma zona de fractura transformante.

Algumas falhas transformantes ocorrem em terra, como acontece, por exemplo, com a falha de Santo André, na Califórnia, a qual efectua a ligação entre a Crista do Pacífico Oriental (uma fronteira divergente de placas) com a Crista Gorga Sul / Juan de Fuca / Explorer (outra fronteira divergente de placas).

A zona de fractura de Santo André tem cerca de 1 300km de comprimento e, nalguns lugares, dezenas de quilómetros de largura, afectando aproximadamente dois terços da extensão da Califórnia. Esta falha transformante constitui uma fronteira de placas, onde, desde há 10 milhões de anos, as placas Pacífica e Norte-Americana deslizam horizontalmente uma pela outra à razão de cerca de 5cm/ano.


Elaborado por:
Ana Castro
Vanessa Costa

quarta-feira, 2 de junho de 2010

Chineses encontram 'maior sítio de fósseis de dinossauro' do mundo

Principal exemplar é um dino de 'bico de pato' com cerca de 20 m.
País cada vez se torna mais famoso pelos restos pré-históricos.


Cientistas anunciaram na China ter encontrado o maior sítio paleontológico do mundo na província de Shandong, no leste do país, informou a imprensa estatal nesta terça-feira. Os pesquisadores recuperaram cerca de 7.600 fósseis em um buraco de 300 metros de comprimento perto da cidade de Zhucheng nos últimos sete meses, disse a agência de notícias Xinhua.
Segundo a Xinhua, os fósseis encontrados incluem os restos de um hadrossauro de 20 metros, o que poderia ser um recorde para o chamado dinossauro "bico de pato".
Os cientistas vão interromper os trabalhos no inverno, mas disseram que mais escavações poderão levar a outras descobertas de fósseis.
Em janeiro, a Austrália devolveu a Pequim centenas de quilos de fósseis de dinossauros chineses, incluindo ovos de centenas de milhões de anos, recuperados em depósitos e contêineres, segundo a imprensa australiana.


Link:http://http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL939252-5602,00-CHINESES+ACHAM+MAIOR+SITIO+DE+FOSSEIS+DE+DINOSSAURO+DO+MUNDO.html


Reflexão:
Fóssil (substantivo masculino): Todo e qualquer vestígio identificável, corpóreo ou de actividade orgânica, de organismos do passado, conservado em contextos geológicos, isto é, nas rocha (do latim fossile < fossu, cavado, retirado do chão cavando).

Os fósseis e a sua idade
Os fósseis são objectos geológicos com uma origem biológica mais ou menos remota. É fundamental ter bem presente que os fósseis não são organismos! Muitos fósseis, como os fósseis de pegadas e de galerias, não são orgânicos, nem nunca foram organismos.
Não há limites cronológicos para os fósseis. Um objecto biológico não se torna um fóssil apenas depois de um determinado número de milhares ou de milhões de anos enterrado. Não é a idade que define o fóssil, mas sim a sua génese e o seu contexto presente.


Elaborado por:
Ana Castro
Vanessa Costa






Queres saber mais sobre FÓSSEIS?
Então dá uma vista de olhos nos seguintes locais:

http://fossil.uc.pt/

domingo, 18 de Janeiro de 2009

Notícia - Nascer sem doenças: Até onde pode e deve ir a Ciência?
Na edição nº828 da revista Visão encontra-se um artigo na secção Saúde acerca de famílias que recorreram à técnica do diagnóstico genético pré-implantatório (DGPI) para salvar os filhos de cancros mortais. Dado o tema da notícia, achei muito oportuno pôr aqui este artigo, embora com supressões.Concebidos sem doençaQuebrar a corrente de transmissão da hemofilia ou de cancros hereditários está ao alcance da Ciência. Em Portugal, mais de 50 famílias já recorreram à genética, antes da gravidez, para salvar os filhos de patologias mortais.
Por Sara SáPedro (…) Desde o nascimento que sofre de hemofilia, uma doença hereditária, causadora de deficiências a nível da coagulação do sangue. Esta alteração
leva a que a mais pequena pancada se transforme numa hemorragia prolongada e numa inflamação severa e dolorosa, afectando as articulações. Associada ao cromossoma X, a doença atinge apenas os homens sendo a mãe a transmissora do gene alterado. Susana Reino, 36 anos, funcionária do Instituto de Meteorologia, e Humberto Barreto, 38 anos, director financeiro, os pais de Pedro, foram surpreendidos pelo diagnóstico, quando o menino tinha dois meses.«Os primeiros dois anos de vida do Pedro foram muito complicados», conta Susana, que ignorava ser portadora do gene alterado. «Custa muito ver um filho sofrer.» Para o casal tornou-se claro que não voltariam a entrar na roleta-russa dos genes, arriscando uma probabilidade de 25% de virem a ter um rapaz doente e de 25% de terem uma rapariga portadora. «O Pedro queria muito ter um irmão, mas eu sabia que não iria pôr mais um filho no mundo com esta doença», assume Susana.Foi então que se viraram para o admirável mundo novo da genética. No início da década de 90, surgiu uma técnica talhada para casos como o deles: o diagnóstico genético pré-implantatório (DGPI). Mediante um ciclo de fertilização in vitro, seguido de análise genética, seleccionam-se embriões saudáveis para a implantação no útero. São candidatos a este procedimento casais com suspeita de distúrbios cromossómicos, como trissomia 21, ou história familiar de doenças genéticas, como a fibrose quística ou a distrofia muscular. Há ainda casais que recorrem ao processo para terem um bebé compatível, a nível de medula, com um irmão, ou outro familiar, doente.

Reflexão:


Para casais portadores de uma doença hereditária, o diagnostico genético pré –implantatório pode ser a única forma de ter um filho são. A técnica permite identificar os embriões que não carreguem uma determinada doença, durante um ciclo de fertilização in vitro, transferindo-os para o útero da mulher. Só 25% das implantações são bem sucedidas neste casos, nasce um bebe saudável o processo pode ser aplicado para evitar doenças com origem num único gene ou em condições cromossomicas. Esta técnica foi aplicada, a pouco tempo, numa menina que podia estar sujeita a cancro de mama pois este já tinha atingido vários familiares da linha paterna. Pois este cancro está na linha hereditária da família. Este implante vez com que a menina nascesse livre de uma forma hereditária de cancro de mama.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Derrocada na praia Maria Luisa



No passado verão aconteceu uma derrocada numa praia do Algarve. Uma arriba cedeu.
Após este dasabamento, demoliram o resto da arriba, a arriba não tinha perigo iminete de colapsar. Dizem ainda que um pequeno sismo que ocorreu lá perto tenha estado na origem da derrocada.
A vibração, a força das águas , a queda de pequenas pedras e blocos, contrastes térmicos, vento, compressao e descompressao provocada pelas ondas ou a vegetação são alguns dos muitos eventos que apresentam um grau elevado de derrocadas.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Douro sobe e inunda zona de Miragaia no Porto, três famílias desalojadas


Para a regularização dos caudais do Rio Douro foram construidas barragens, mas o problema das cheias nãofoi resolvido com as construções das barragens porque as águas são influenciadas não só pelo contributo de afluentes espanhois como também pelas afluentes Portugesas.
Viver junto de leitos de cheia de um rio pode acarretar alguns riscos.Ocorrem, por vezes, cheias causadoras de inundações que podem provocar não só mortes como destruição de estruturas e bens.
No caso da noticia a cima identificada, existem muitas habitações no leito de cheia do Rio Douro.
Depois de ter chovido muito o rio galgou as margens para o seu leito, "normal" de cheias, esse estava habitado provocando assim as cheias, outra razão para a cheia foi o facto de o mar não ter capacidade para absorver tanta água....

domingo, 22 de novembro de 2009

Clonagem cura cancro da pele

Médicos norte-americanos trataram com êxito pela primeira vez um doente com melanoma, o mais maligno dos cancros da pele, com células clonadas do seu sistema imunitário, segundo um estudo divulgado esta quinta-feira, noticia a agência Lusa.
Esta é a primeira terapia em que foram usados apenas linfócitos T do paciente clonados em laboratório para tratar um melanoma em fase avançada e que teve como resultado uma longa remitência - disse Cassian Yee, do Centro de Investigação do Cancro Fred Hutchinson, principal autor do estudo publicado no New England Journal of Medicine.
Yee e a sua equipa recolheram linfócitos T do tipo CD4+ (células chave do sistema imunitário) de um homem de 52 anos que sofria de um melanoma avançado já propagado a um dos gânglios linfáticos da virilha e a um dos pulmões.
Esses linfócitos T dirigidos especificamente ao melanoma foram clonados em grande número num laboratório antes de serem injectados no corpo do paciente, sem qualquer outro tratamento complementar.

O doente, a quem antes do tratamento fora prognosticado menos de um ano de vida, não tem sintomas nem sinais do cancro há dois anos.

Fonte: http://diario.iol.pt/sociedade/cancro--melanoma-pele-investigacao-ciencia-clonagem/963996-4071.html



Ana de Castro
Esta sim, é mesmo uma boa noticia em relação a esta doença que todos os dias mata várias pessoas por todo o planeta. Encontrei esta notícia na Internet e achei importante partilha-la, pois por vezes, as pessoas que sofrem com esta doença, têm tendência para entrar em pânico por pensarem que não é possível haver cura. E com a notícia no nosso blogue podemos expandir este conhecimento.
Obrigada pela leitura =)