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terça-feira, 1 de junho de 2010

Que processos intervem na formação de cristais?


Conclusão/ Reflexão:
Através desta actividade prática podemos concluir que a temperatura, o espaço disponivel, a agitação do meio em que se encontram os minerais e o tempo de arrefecimento condicionam a cristalização. Factores esses que intervem na formação de minerais. Podemos verificar que na placa fria (arrefecimento rápido) o grau de desenvolvimento é nulo, ou seja os cristais não se desenvolvem. No caso da estufa (40ºC) o arrefecimento é lento, verifica-se, com isto, que os cristais são bastantes desenvolvidos. Á temperatura ambiente o que se verifcou foi que o arrefecimento é médio, e os cristais desenvolvem-se pouco.
Com as observações concluimos que quanto mais rápido for o arrefecimento, menos desenvolvidos ficam os cristais e ,pelo contrário, quanto mais lento for o arrefecimento mais desenvolvidos são os cristais. Portanto os cristais que foram sujeitos a um arrefecimento rápido e que por isso não se desenvolvem os cristais, os minerais apresentam estrutura amorfa. Pelo contrário, os cristais sujeitos a um arrefecimento lento apresentam um maior grau de desenvolvimento e apresentam assim estrutura cristalina! No ambiente, o arrefecimento é mais ou menos rápido e por isso a textura dos minerais é parcialmente cristalizada(cristais pouco desenvolvidos)!
Reflexão/Conclusão elaborada por:
  • Ana Ferreira; nº7
  • Diana Carneiro; nº12


quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Reprodução Sexuada

Foi-nos proposto realizar uma actividade experimental sobre a Reprodução Sexuada. Esta experiencia tinha a seguinte questão foco:"Como ocorre a reprodução sexuada nas plantas com flor?". Como nas 3 experiencias anteriores para realizar esta experiencia tivemos em conta vários principios, como por exemplo:
  • Os orgãos reprodutores ou as estruturas onde se produzem os gametas, nas plantas, são designadas por gametangeos e como tal, existem gametangeos femininos e masculinos;

(...)

  • A polinização é cruzada quando se verifica que os grãos de polén caem sobre o estigma de outras plantas.
Nesta actividade os conceitos a ter em conta foram: Reprodução sexuada nas plantas; gametas; gametangeos femininos e masculinos; estames; carpelo; antera; estigma; estilete; filete; tubos polinicos; grãos de polén; ovários; óvulos; polinização directa e cruzada; hermafroditas; fecundação; esporangeos e esporos.
No tabuleiro, continhamos uma flor hermafrodita. A flor é constituida pelos seguintes orgãos reprodutores: os estames, os carpelos. Os estames são os orgãos reprodutores masculinos da flor, este é constituido por anteras e filetes. No interior dos sacos polínicos das anteras são produzidos grãos de polén. Os carpelos são os orgãos reprodutores femininos, este é constituido por estigmas, estilete e ovário. No interior do ovário formam-se os gametas femininos, em estruturas pluricelulares chamados óvulos. A polonização é directa porque os grãos de polén caem sobre os seus próprios estigmas. As flores hermafroditas terão sempre polinização directa porque possuem orgãos reprodutores masculinos e femininos na mesma planta.

Com esta actividade chegamos á conclusão que algumas das plantas com flores são dependentes de insectos e alguns tipos de animais para a sua reprodução, pois com a ajuda destes seres o polén é transportado de flor em flor garantindo assim a sua polinização.
Elaborado Por: Ana Castro; Ana Ferreira; Diana Carneiro; Vanessa Costa
(imagens reais)

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Actividade experimental - Reprodução assexuada




Foi-nos proposto realizar uma actividade experimental sobre a reprodução Assexuada. A experiência que realizamos tinha como questão foco:"Quais as estratégias de reprodução assexuada (gemulação e esporulação)?". Como em todas as experiências anteriores tivemos em conta vários princípios, como por ex.:



  • A reprodução é uma característica fundamental dos seres vivos, permitindo formação de novos individuos.
(...)
  • A reprodução assexuada permite a formação de novos indivíduos a partir de um só progenitor, sem que haja a intervenção de células sexuais; (...)

Para realizar esta actividade tivemos em conta estes conceitos: reprodução assexuada, esporulação, gemulação, seres unicelulares, gémula, esporos, esporângios, hifas, célula, leveduras, bolor, fungos, mitose, divisão de células e núcleo.
Na gemulação, ao colocar a amostra no microscópio foi possível observar a formação de expansões na superfície da célula que, ao separarem-se, davam origem a novos indivíduos de menor tamanho que o progenitor. Na esporolação, a observação da amostra ao microscópio permitiu-nos visualizar o bolor presente no pão e na fruta. Ao visualizá-lo conseguimos distinguir os esporos, os esporângios e as hifas. O objectivo desta experiência foi atingido, permitindo-nos a observação dos processos de reprodução assexuada.







Materiais que utilizamos pra poder ver a Gemulação e a Esporulação:


Importante saber que:

Os fungos (bolores) são organismos com células eucarióticas muito importantes na natureza. Os fungos classificam-se em bolores, leveduras e cogumelos. Os bolores ou mofos apresentam estruturas morfológicas típicas que permitem diferenciá-los dos outros seres vivos. Eles crescem em substratos simples e em meios usualmente acidificados. È comum observá-los a crescer em substratos sólidos como em certos alimentos como pães, frutas cítricas, apresentando o aspecto aveludado. A coloração dos bolores é dada pelos esporos. Cada esporo pode dar origem a um novo bolor. Os bolores são organismos pluricelulares que se apresentam como filamentos ao microscópio óptico comum com menor aumento.




Elaborado por: Ana de Castro; Ana Ferreira; Diana Carneiro; Vanessa Costa

Actividade Experimental - "Como exrair o DNA de células de kiwi?



Foi-nos proposto realizar uma actividade experimental sobre o DNA. Essa experiencia tinha como questao foco: "Como extrair o DNA de células de kiwi?". Para realizar esta experiência tínhamos que ter em conta alguns pricípios, como por exemplo:


  • Todos os seres vivos são constituidos por células;
  • A célula é a unidade básica estrutural e funcional de todos os seres vivos;
  • O kiwi é um ser vivo multicelular constituído por células eucarioticas vegetais;
  • A técnica de extracção do DNA consta de 2 etapas: ruptura das membranas (detergentes, sendo um solvente de gorduras, destrói as membranas de fosfolípidos); separação da cromatina (DNA e proteínas);


(...)

Na realização desta actividade também tivemos em conta os seguintes conceitos: célula procariótica, célula eucariótica animal e vegetal, DNA, proteínas, cromatina, núcleo, membrana nuclear, membrana plasmática, nucleótido.
Para romper a parede celular das células vegetais do kiwi esmagou-se o kiwi no almofariz. O detergente utilizado serviu para romper as membranas deixando que se liberta-se o DNA e as proteínas do núcleo.

Quando se adicionou lentamente etanol gelado ao filtrado, os filamentos de DNA ascenderam lentamente na camada de etanol surgindo mais próximo da superfície.



Foram atingidos os objectivos, no entanto a molécula de DNA não foi observada a olho nu somente só se poderia fazê-lo ao microscópio electrónico. A razão pela qual podemos observar o DNA na nossa experiencia resulta de milhões de cadeias de DNA e proteinas aglomeradas.

Elaborado por: Ana de Castro; Ana Ferreira; Diana Carneiro; Vanessa Costa